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Depoimento de Torres previsto para esta segunda é suspenso

  O novo depoimento do ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson  não vai mais acontecer nesta segunda-feira (23). A p...

 

O novo depoimento do ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson não vai mais acontecer nesta segunda-feira (23). A pedido da defesa de Torres, a (PF) tinha solicitado uma nova oitiva para esta manhã, mas não houve autorização judicial. Ainda não há uma nova data para que o ex-secretário seja ouvido

Na última quinta (19), o pedido foi enviado pela PF ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é o magistrado responsável pelo inquérito. No entanto, até a manhã desta segunda, Moraes não tinha autorizado a medida. Com isso, a Polícia Federal decidiu aguardar a autorização para realizar o depoimento.

Uma primeira tentativa de ouvir o ex-secretário foi realizada na última quarta-feira (18), com a ida de uma equipe da Polícia Federal até o local onde Torres está preso, o 4° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, mas o ex-gestor optou por ficar em silêncio.

Na ocasião, a defesa de Torres justificou que não teve acesso aos autos da apuração contra o ex-secretário e, por causa disso, pediu a remarcação da oitiva, solicitação que foi realizada pela Polícia Federal. O ex-ministro da Justiça é investigado em um inquérito que apura a suposta omissão de autoridades públicas nos atos do dia 8 de janeiro em Brasília.

Por ser delegado da PF, Torres não está detido em uma cela, mas em um local chamado de sala de Estado Maior, instalação que possui condições e segurança superiores àquelas encontradas no sistema penitenciário comum. O local é fiscalizado pelo Ministério Público e pela Vara de Execuções Penais.

A prisão preventiva de Torres foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 10 de janeiro, dois dias após os atos em Brasília. Na ocasião, quando também ordenou a prisão do ex-comandante da PM do Distrito Federal Fábio Augusto Vieira, o magistrado alegou que o comportamento dos dois colocava em risco a segurança de autoridades.

Por: Pleno.News