Page Nav

HIDE

BOMBA: Demitidas, Carolina Ferraz e Maitê Proença se unem em processo contra a Globo; Entenda

  Dispensadas da Globo em 2016, Carolina Ferraz e Maitê Proença se uniram para desafiar a antiga empregadora na Justiça do Trabalho. Carolin...

 

Dispensadas da Globo em 2016, Carolina Ferraz e Maitê Proença se uniram para desafiar a antiga empregadora na Justiça do Trabalho. Carolina, hoje apresentadora do Domingo Espetacular, da Record, foi testemunha de defesa de Maitê na ação movida contra o conglomerado de mídia após sua saída da empresa. O caso corre desde 2018 e anda a passos lentos no judiciário

O Notícias da TV teve acesso ao depoimento de Carolina. Na ação, protocolada em 2018, Maitê Proença pede indenização de R$ 500 mil em busca de reconhecimento por direitos trabalhistas e do vínculo empregatício, já que seu contrato era por PJ (Pessoa Jurídica) e não pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Maitê convocou Carolina Ferraz, que também processou a emissora e pediu reconhecimento empregatício. Em seu depoimento judicial, a apresentadora da Record comentou que não tinha detalhes da forma de contratação praticada com Maitê Proença, mas que no seu caso foi obrigada pela Globo a assinar contrato fora da carteira de trabalho

“A depoente estima que firmou cerca de oito contratos por meio de sua pessoa jurídica, sendo que acredita que todos foram sucessivos, não se lembrando se pode ter ocorrido um lapso temporal pequeno entre eles; que para a contratação da depoente era exigida a intermediação de pessoa jurídica”, aponta o processo.

Carolina Ferraz revelou que tinha rotina de uma empregada na Globo. Chegou a interromper a participação em uma peça de teatro em seu terceiro mês para fazer uma novela –no caso, havia sido liberada pela emissora para o trabalho durante cinco meses. Mesmo sem ter atuado diretamente com Maitê Proença, ela afirmou que todos os atores e atrizes da época tinham esse método de contratação.

A comandante do Domingo Espetacular também abriu um processo contra a emissora carioca reivindicando seus direitos trabalhistas. A indenização que ela pede, no entanto, é bem mais gorda: R$ 7 milhões. O caso está parado desde 2020. Nesse período, ela fechou um contrato com a Record e apresenta a revista eletrônica dominical da emissora de Edir Macedo junto com Eduardo Ribeiro.

No processo, Maitê Proença afirma que soube de sua saída pela imprensa no segundo semestre de 2016. Ela ratificou essa tese em uma entrevista ao Roda Vida, da TV Cultura.

“Foi muito estranho, não tive nenhum aviso. Quando começaram os boatos de que eu já tinha sido dispensada, liguei para a pessoa que tinha me dito que o contrato seria renovado, e ela me falou que, de fato, ia ser descontinuado”, declarou Maitê.

O Notícias da TV tentou entrar em contato com Maitê Proença e Carolina Ferraz, mas não obteve sucesso. Também foi tentado uma posição dos advogados que representam Maitê Proença na ação contra a Globo, mas não houve êxito.

Créditos: Notícias da TV.