Page Nav

HIDE

Breaking News:

latest

homem socorre vítima de assalto e descobre que era sua filha

  Ao ouvir  disparos  em frente ao seu restaurante, um homem correu para socorrer uma possível vítima e descobriu que se tratava de sua próp...

 

Ao ouvir disparos em frente ao seu restaurante, um homem correu para socorrer uma possível vítima e descobriu que se tratava de sua própria filha: a autônoma Alessandra Tomie Watanabe Kokubun Fagundes, de 41 anos. A mulher foi abordada por cinco homens e atingida por dois disparos em uma tentativa de assalto por volta de 22h de sábado (2/10) na Praça Benedito Calixto, no centro de Itanhaém, litoral de SP.

Uma prima de Tomie, Rafaela Kohani Aoki, contou à TV Tribuna, afiliada da TV Globo, que três dos suspeitos simularam uma briga para que a abordagem não parecesse uma tentativa de assalto. Em um primeiro momento, ela não viu que se tratava da familiar.

“Na hora, eu não sabia que era ela, não tinha visto. O moço [criminoso] começou a gritar ‘tá doidona, tá doidona’, para acharem que era briga entre casal, que era o que todo mundo estava achando. Depois, parece que iam tentar ir para cima do moço, foi aí que ele pegou a arma e disparou para o alto”, disse.

Todos se jogaram no chão e, após os tiros cessarem, correram para ver o que tinha acontecido. Foi quando encontraram Tomie caída e baleada na cabeça e no abdômen. A moça chegou a ser socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itanhaém, mas não resistiu aos ferimentos. “Meu cunhado [o pai de Tomie] foi lá acudir a pessoa e, quando ele viu, era a filha dele. Ele não acreditou. Uma moça trabalhadora, guerreira, e ter acontecido isso com ela não é justo”, contou a tia, Lúcia Watanabe Muniz.

Os criminosos fugiram no carro em que chegaram e no de Tomie, abandonado e incendiado na Rua Vinte e Um, no bairro Bopiranga. A Prefeitura de Itanhaém informou que imagens de câmeras de segurança flagraram o veículo dos suspeitos e o deslocamento feito por ele, inclusive em perseguição à empresária. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) investiga o caso como latrocínio (roubo seguido de morte).

Por: Metrópoles

Nenhum comentário