MITO: PSG oferece 40 milhões a Neymar para não falar de Bolsonaro e nem de religião

 

O craque Neymar da Silva Santos Júnior, atacante do clube de futebol francês Paris Saint Germain (PSG), nunca escondeu sua fé cristã. Ele sempre compartilhou Jesus nas redes sociais e com seus fãs ao comemorar gols e vitórias. Como também sua amizade com Presidente Jair Bolsonaro e seus filhos.

Depois da final da Liga dos Campeões da UEFA de 2014-15 vencida em nome do FC Barcelona, Neymar usou uma bandana com o texto: ‘100% Jesus’. Em 2016, ao vencer as Olimpíadas do Rio de Janeiro pela Seleção Brasileira, o atleta repetiu o ato.

Neymar é um dos muitos jogadores brasileiros de futebol que testificam corajosamente sobre Jesus, como Romanos 1:16 diz: “Pois não me envergonho do evangelho; pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”.

Mas seu clube francês parece estar preocupado em limitar as atitudes do brasileiro.

Não faça “propaganda política ou religiosa que possa prejudicar a imagem e a unidade do clube”. Esse é um dos requisitos que constam do ‘bônus ético’ que Neymar receberá no PSG se for capaz de ser “cortês, pontual, simpático e disponível para a torcida”. No total, o jogador irá arrecadar € 541.680 brutos por mês sob este conceito, ou seja, mais 6,5 milhões de euros por ano por ser simpático e não gerar polêmica. No total, o valor representa cerca de R$ 40 milhões por ano.

O ‘bônus ético’ não é uma exclusividade para Neymar, está nos contratos de toda a equipe e é uma prática mais ou menos difundida na França e em outros países que inclui obrigações como: “cortesia, gentileza e disponibilidade para com a torcida, incluindo principalmente o dever de cumprimentar e agradecer a torcida antes e depois de cada partida” e “comportamento exemplar para com patrocinadores ou rivais, árbitros e delegados, pontualidade e assiduidade em todos os treinos, proibição de apostas em competições em que o clube participa ou mesmo respeito pelos meios de comunicação”. E, também, abster-se de “propaganda política pública ou religiosa”.

O conteúdo do contrato assinado pelo craque com o clube francês foi revelado pelo jornalista Esteban Urreiztieta, em reportagem para o jornal espanhol EL Mundo, que também explica que esta cláusula proíbe o jogador de criticar publicamente as abordagens táticas propostas pelo time, bem como está impedido de fazer “qualquer comentário público adverso sobre as opções táticas da equipe, ou comentários públicos negativos sobre o clube, quem trabalha nele e quem o apoia”.

Em última análise, o PSG quer que Neymar tenha um “comportamento exemplar, especialmente em campo”, mas também nas redes sociais, onde não poderia haver nenhum desses comportamentos que “manchariam a imagem da entidade”.

O descumprimento de qualquer uma dessas cláusulas implicaria na perda do referido bônus. Conforme noticiado pelo El Mundo, o PSG pagou um total de 489.228.117 euros para ter Neymar na equipe, ou seja, quase meio milhão de euros.

Desde que assumiu o comando PSG em 2011, o Catar, um país insignificante como liga e seleção nacional, tornou-se a capital econômica do futebol mundial graças aos seus petrodólares, responsáveis por injetar mais de R$ 5 bilhões somente na contração de reforços.

E, para acabar com essa hegemonia com dinheiro, o país vai organizar a próxima Copa do Mundo de 2022, uma aberração esportiva já que será realizada de forma extraordinária entre novembro e dezembro, o que obrigará todo o calendário a mudar, para evitar altas temperaturas do verão no país. Uma designação, além disso, que deu origem a um processo judicial por possíveis subornos em que o ex-presidente da UEFA, Michel Platini, estava implicado.

Por: Terra Brasil Notícias

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