Carnaval: Vereador vê gritos pró-Lula como campanha antecipada - Notícias de Brasília

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Carnaval: Vereador vê gritos pró-Lula como campanha antecipada

Rubinho Nunes e Lula no carnaval de Salvador  Fotos: Richard Lourenço / Rede Câmara | Reprodução Instagram   Rubinho Nunes compara as homena...


Rubinho Nunes e Lula no carnaval de Salvador Fotos: Richard Lourenço / Rede Câmara | Reprodução Instagram


 Rubinho Nunes compara as homenagens com as decisões do TSE em 2022 contra Bolsonaro.

O vereador Rubinho Nunes afirmou que os episódios registrados durante a passagem do presidente Lula (PT) pelo carnaval da Bahia têm indícios de propaganda eleitoral antecipada em favor do petista.

A declaração foi dada após foliões puxarem os gritos “Olê, olê, olê, olá… Lula!” e “Sem anistia!” durante a apresentação do grupo BaianaSystem, em Salvador.

Para o parlamentar, a situação não é um caso isolado.

– Tem cheiro de campanha antecipada. Tem cara de campanha antecipada. Tem grito de campanha antecipada. É campanha antecipada – disse.

Rubinho afirmou que, quando eventos com grande alcance popular passam a ser usados para exaltação direta de um possível candidato à reeleição, o tema deixa de ser apenas cultural e passa a exigir análise jurídica.

O vereador também citou um desfile de escola de samba no Rio de Janeiro com enredo centrado na figura de Lula. Segundo ele, a sequência de homenagens políticas em eventos de massa reforça o questionamento sobre eventual campanha fora do período legal.

Ele ressaltou que a Justiça Eleitoral já foi acionada e lembrou que a ministra Cármen Lúcia autorizou a realização do desfile.

Rubinho comparou o caso com uma decisão de 2022, quando, segundo ele, a mesma ministra determinou a suspensão da divulgação de um documentário da Brasil Paralelo sobre a facada sofrida por Jair Bolsonaro.

– Em 2022, um conteúdo privado foi censurado preventivamente por possível impacto eleitoral. Agora, um evento financiado com dinheiro público, exaltando o atual presidente, é liberado sob o argumento de liberdade artística. O critério precisa ser o mesmo para todos – afirmou.

Com Informações: Pleno.News