Page Nav

HIDE

Cinegrafista do SBT esfaqueado em Ceilândia está em estado grave

  O cinegrafista do SBT Magno Lúcio,52 anos vítima  de arma branca durante um assalto no inicio da manhã desta segunda-feira 04-10,  passa p...

 

O cinegrafista do SBT Magno Lúcio,52 anos vítima  de arma branca durante um assalto no inicio da manhã desta segunda-feira 04-10, passa por cirurgia e o estado de saúde é grave. Ele foi atingido por um golpe de faca na altura do abdômen, próximo ao umbigo, por volta das 5h30, na última parada de ônibus do P2 no P Sul, região de Ceilândia.

De acordo com o autônomo Diego da Cunha Serra, 26, que se identificou ao Correio como filho do cinegrafista, Magno estava a caminho do trabalho quando um carro com dois homens parou e abordou as pessoas que estavam na parada de ônibus, pedindo seus pertences. “Eles roubaram todos que estavam na parada. Um deles pegou os pertences do meu pai, mas, pelo o que me passaram, o outro cara tentou fazer a mesma abordagem. Ele falou que já havia entregado tudo, mas o cara não acreditou e esfaqueou”, disse.

O cinegrafista foi levado ao hospital e precisou passar por cirurgia. “Ainda não temos informações concretas, os médicos disseram que não poderiam precisar o que foi prejudicado, e que tinham que finalizar a cirurgia para ver o que aconteceu com ele”, disse. De acordo com Diego, Magno morava no P Sul e tinha o costume de fazer uso do transporte público para ir ao trabalho. “É uma área perigosa, quem mora na Ceilândia não se sente seguro. É difícil sair de casa para trabalhar sem saber se vai voltar vivo. Estamos apreensivos, esperando ter notícias”, disse.

Magno Lúcio tem dois filhos, um neto, e vive em união estável com Ivanete Rabelo. O cinegrafista também já foi funcionário do Correio e trabalhou como motorista no jornal. Romualdo Dourado Neto, 59 anos, morador de São Sebastião e controlador de tráfego do Correio, conta que Magno é uma pessoa muito sorridente. “Ele sempre foi tranquilo, pai de família e muito feliz. É um grande amigo nosso, de vez em quando nos encontrávamos devido ao trabalho”, cita.

Por: Correio 

Nenhum comentário