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Hospital emite comunicado sobre causa da morte de jovem agredido por piloto

                                                              foto:Hugo Barreto / Metrópoles O Hospital Brasília Águas Claras lamentou a  mo...


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O Hospital Brasília Águas Claras lamentou a morte de Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira. O adolescente de 16 anos, que foi  agredido pelo ex-piloto da fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, estava internado na unidade desde o dia 22 de janeiro.

Em nota, o hospital disse que o paciente teve o diagnóstico de morte encefálica confirmada na manhã deste sábado (7/2).

“Apesar de todos os esforços da equipe médica, o quadro evoluiu para a perda completa e irreversível das funções cerebrais, seguindo todos os protocolos estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina. Neste momento de profunda dor, o hospital se solidariza com os familiares e amigos de Rodrigo, prestando todo o suporte necessário”.

Rodrigo era morador do DF e estudava no Colégio Vitória Régia. Amigos, familiares e jovens da capital realizaram duas vigílias na porta do Hospital Brasília em oração ao rapaz

Em 30 de janeiro, os tios de Rodrigo disseram que o  jovem havia reagido a estimulo nos útimos dias. Desde então, os pais decidiram suspender as visitas para preservá-lo.

Apesar dos esforços médicos, Rodrigo Castanheira morreu em decorrência das complicações. O óbito do adolescente foi confirmado à coluna Na Mira pelo advogado da família, Albert Halex.

Como a briga começou

Segundo a investigação, a confusão teve início na noite do dia 22/1. Testemunhas relataram que Turra jogou um chiclete mascado em um amigo da vítima. Após provocações, os dois adolescentes passaram a se agredir fisicamente.

Vídeos gravados no local mostram o momento em que Turra desfere um soco que faz Rodrigo Castanheira bater violentamente a cabeça contra um carro. O impacto o deixou desacordado. Ele chegou a vomitar sangue enquanto era socorrido.

Ele afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios violentos, incluindo a suposta tortura de uma adolescente com um taser, e classificou o comportamento de Turra como “sociopata”. Emocionado, o delegado comentou a gravidade do caso.

A defesa contestou as declarações. “O delegado não tem competência para definir o comportamento psicológico de ninguém. Isso pode configurar abuso de autoridade”, declarou o advogado Enio Barros.

Com Informações: Metrópoles