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Menina de 10 anos que sumiu ao ir à padaria é encontrada morta

  A menina Bárbara Vitória, de 10 anos de idade, que estava desaparecida desde o último domingo (31) após sair de casa para ir a uma padaria...

 

A menina Bárbara Vitória, de 10 anos de idade, que estava desaparecida desde o último domingo (31) após sair de casa para ir a uma padaria em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi encontrada morta nesta terça-feira (2). A criança foi achada amordaçada e vestida apenas com a camisa do time Atlético-MG, a mesma que ela usava antes de desaparecer.

O corpo de Bárbara foi achado próximo a um campo de futebol por uma estudante que estava ajudando nas buscas. A criança foi encontrada sem as roupas de baixo e com sinais de violência e enforcamento.

– Eu vim no campo, o pessoal estava jogando bola e eu comecei a afundar lá pra dentro, foi onde eu vi a menina deitada. Na hora que eu vi a menina deitada eu já voltei, já gritei [para] o pessoal: “Gente, pelo amor de Deus chama a polícia que a menina de dez anos tá morta aqui” – disse a estudante que achou o corpo.

O pai de Bárbara, Rogério Flores, contou que pediu, por volta das 17h30 de domingo, que a menina fosse à padaria, localizada em um estabelecimento que fica a poucas quadras da casa da família. Ele contou que a filha já tinha o hábito de fazer o trajeto. No entanto, a demora da menina em retornar para casa chamou a atenção dos familiares, que acionaram as autoridades.

Imagens de câmeras de segurança, registradas às 17h46, mostraram a menina na fila do caixa da padaria e, depois de ser atendida, se despedindo da atendente e deixando o local. Quase dez minutos depois, às 17h55, outra câmera mostra o momento em que Bárbara desce uma rua, correndo pelo asfalto.

Já às 18h23, a menina surge correndo em frente a outro comércio. Um minuto depois, às 18h24, a mesma câmera mostra dois homens indo apressadamente na mesma direção em que Bárbara estava, fato que chamou a atenção da polícia. A família de Bárbara disse que um dos homens chegou a ser preso na segunda (1°), mas foi liberado por falta de provas.